• O diretor Alex Proyas, que trabalhou em O Corvo de 1994, não está nada feliz com o remake;
  • Ele afirma que a produção dos anos 90 é o legado de Brandon Lee e não devia ser mexida;
  • O profissional não critica a produção e os atores, mas é contra o novo filme

O diretor Alex Proyas, que dirigiu O Corvo em 1994, não gostou nada da ideia de estarem produzindo um remake da obra. Ele afirma que não é em questão de si, como profissional conduzindo a obra, mas sim como uma forma de proteger o legado deixado pelo ator Brandon Lee.

Lee faleceu aos 28 anos de idade, durante as gravações do título dos anos 90, atingindo por uma bala por causa do mal-funcionamento de uma das armas. Ele também era filho de Bruce Lee, lendário astro dos filmes de artes marciais.

“Realmente não me alegra ver negativamente qualquer trabalho de meus colegas que produzem filmes. E estou certo que o elenco e a equipe têm boas intenções, assim como também tivemos ao fazer qualquer longa-metragem. O que me dói tocar neste tópico, mas eu acho que o grito dos fãs começaram a ficar mais altos. O Corvo não é só um filme. Brandon Lee morreu fazendo ele, sendo finalizado como um testamento de seu brilhantismo perdido e trágica perda. É seu legado. E é como ele deveria ser mantido”

Alex Proyas

As declarações de Alex Proyas

Esta foi a declaração mais “educada” do diretor sobre o novo longa, reagindo ao último trailer que foi divulgado pela Lionsgate. Em outras postagens ele não se segurou tanto, compartilhando um artigo do Comic Book Resources (CBR) falando como o trailer está recebendo tantos dislikes no YouTube e também uma foto da produção, afirmando que o cabelo de Eric Draven (Bill Skargard) não estava bom e brinca dizendo que deseja outro remake para arrumar isto.

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