A história de Clélia Verdier, uma jovem de 19 anos de Lyon, na França, chamou atenção nas redes sociais e…
Um novo experimento acaba de dar mais força a uma das ideias mais estranhas da física quântica. Pesquisadores conseguiram demonstrar,…
O Sudário de Turim, peça de linho que muitos fiéis associam ao corpo de Jesus Cristo, voltou ao centro das…
Uma nova pesquisa levantou a possibilidade de que a história da evolução humana seja ainda mais complexa do que se…
O Oriente Médio se tornou sinônimo de petróleo ao longo do último século, mas a explicação para essa abundância começa…
Uma nova ilusão de ótica está chamando atenção ao brincar com algo que parece simples à primeira vista, mas revela…
No imaginário de muita gente, o Saara sempre foi um imenso mar de areia hostil à vida. Mas uma descoberta…
Durante muito tempo, deixar o celular carregando a noite toda foi tratado como um erro quase imperdoável para quem queria…
O mercado de bebidas sem álcool vive uma fase de transformação que vai muito além da velha ideia de refrigerante,…
Uma mulher saudável começou a ouvir vozes que a alertavam sobre um suposto problema no cérebro e até indicaram o hospital onde deveria procurar ajuda. Embora o caso tenha sido tratado inicialmente como um quadro psiquiátrico, exames revelaram um grande meningioma. Após a cirurgia para retirada do tumor, as vozes desapareceram, transformando o episódio em um dos relatos médicos mais intrigantes já publicados.
Antes da educação sexual se tornar mais acessível, muitas mulheres da classe trabalhadora na Inglaterra aprenderam sobre sexo, gravidez e contracepção da forma mais dura possível. Cercadas por tabus, desinformação e restrições legais, elas recorriam a conselhos perigosos, métodos clandestinos e soluções improvisadas para evitar gestações não planejadas. Relatos autobiográficos mostram como o silêncio em torno da sexualidade feminina marcou gerações e transformou a falta de informação em medo, trauma e até risco de morte.
Pesquisadores e empresas de neurotecnologia deram um passo impressionante ao criar uma mosca-da-fruta virtual baseada em um cérebro real mapeado em detalhes. O projeto conecta um modelo computacional do sistema nervoso da drosófila a um corpo digital que reage ao ambiente, simulando movimentos e comportamentos de forma integrada. A novidade une avanços recentes no mapeamento cerebral e na simulação física do corpo do inseto, abrindo novas possibilidades para estudos sobre comportamento, inteligência biológica e robótica inspirada na natureza.