Na série, ícones clássicos de Spielberg e dos anos 80 são retomados, porém de forma sombria: casas com famílias cada vez mais vazias que tentam manter à força a coesão.
A série HBO Westworld (2016) foi além do filme clássico, ao associar o drama dos “hospedes” humanos e “anfitriões” androides em um parque temático “high tech” com a mitologia gnóstica.
A exemplo de “Interestelar”, o filme “A Chegada” (“Arrival”, 2016) é uma ficção-científica desafiadora.
Enter The Void é tão extremo, sincero e desafiador como a produção anterior “Irreversível” (2002): as visões flutuantes sobre Tóquio a partir da alma do protagonista que foi mortalmente baleado sob efeito da droga DMT, acompanhando os três níveis de consciência pós-morte tais como descritas no livro tibetano.
Por um lado, Doutor Estranho é uma evolução no universo Marvel: no lugar de super-soldados e playboys tecnológicos, a magia e a inteligência.
Synchronicity faz a narrativa girar em torno da mulher fatal, que é a encarnação cinematográfica do mito gnóstico de Sophia – uma mulher que serve de ponte para o protagonista atravessar os diversos mundos dimensionais em busca de si mesmo, enfrentando seus diversos “duplos”.
O misterioso Triângulos das Bermudas foi pouco explorado pelo cinema, restringindo-se a filmes e séries de baixo orçamento para a TV. Mas “Triângulo do Medo ” (Triangle, 2009) do inglês Christopher Smith fez mudar esse cenário.
Há um subgênero dentro dos filme de Terror que já possui uma longa trajetória: a narrativa sobre a gravidez assustadora.
Tiros, explosões, pulos, batidas de carros, ossos quebrados, brigas, tijoladas na cabeça, perfurações, desmembramentos.
A Força veio com tudo em Star Wars: O Despertar da Força, revitalizando a franquia e emocionando o público