A empresa Sinogene Biotechnology Company, da China, planeja inserir memórias clonadas para gatos clonados com o uso de inteligência artificial.

Recentemente, eles apresentaram o primeiro gato clonado do país.

Garlic é um gatinho fofo de nariz rosa e pequenas orelhas cinza, igualzinho o gato do qual ele foi clonado.

“Meu gato morreu de doença do trato urinário”, disse o proprietário do Garlic, Huang Yu, ao Global Times. “Decidi cloná-lo porque ele era tão especial e inesquecível.”

Apesar de ele aparentemente ser idêntico ao falecido gato, ele tem a sua própria personalidade e está criando suas próprias memórias, diferente de Garlic.

Este é o Garlic, o primeiro gato clonado na China.

O gerente geral da Sinogene comenta:

“Para fazer o animal clonado compartilhar as mesmas memórias com o original, a empresa está considerando o uso de inteligência artificial ou tecnologia de interface homem-máquina para armazená-los ou mesmo passar as memórias para animais clonados”.

Mesmo que não seja possível dizer se isso é possível, há uma demanda para esse tipo de ação – o que é perturbador de diversas maneiras, e acende um debate ético sobre genética e clonagem.

Cientistas alegam que os animais clonados não são tão saudáveis, e tem uma vida mais curta do que os animais nascidos naturalmente.

Mesmo assim, isso não impediu Barbra Streisand, Simon Cowell e um número incontável de não-celebridades de gastar milhares de dólares para que seus amados animais de estimação parecessem trazidos de volta à vida.

Enquanto isso, o Garlic tem apenas um mês e a Sinogene diz que já tem “vários” donos de animais prontos para pagar aproximadamente 250.000 yuanes (cerca de US$ 35.400) para ter seus próprios gatos clonados.

Se a empresa descobrir uma maneira de clonar as memórias, será uma grande pena para a vida dos animais em geral – especialmente aqueles que estão em abrigos e não têm donos.

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