Cinema

Kate Hudson se arrepende de ter recusado O Diabo Veste Prada

Todo ator tem aquele papel que deixou escapar por acidente, e para Kate Hudson, esse papel foi o de Andy Sachs em O Diabo Veste Prada.

O filme, que se tornou um clássico instantâneo, estrelou Anne Hathaway como uma estagiária de revista de moda que, aos poucos, se transforma na assistente de Miranda Priestly, interpretada por Meryl Streep.

Mas, antes de Hathaway ser escalada, Hudson estava na lista de possíveis escolhas para o papel.

Em uma entrevista ao programa de rádio Capital Breakfast (via Entertainment Weekly), Hudson admitiu que recusar o filme foi “uma má decisão”. Ela contou que, na época, o diretor David Frankel considerou várias atrizes para o papel, incluindo Rachel McAdams, Scarlett Johansson, Natalie Portman e Kirsten Dunst.

“Foi uma má decisão. Foi uma questão de timing, uma daquelas situações em que eu não pude fazer, mas deveria ter arrumado um jeito. E não arrumei”, disse Hudson, anos depois. “Quando vi o filme, pensei: ‘Ugh’.”

A atriz manteve que “tudo acontece por uma razão”, mas reconheceu que deveria ter feito o papel funcionar.

O Diabo Veste Prada foi um sucesso de bilheteria, arrecadou US$ 327 milhões e recebeu duas indicações ao Oscar. O filme se tornou um dos papéis mais icônicos da carreira de Hathaway.

Hudson ainda explicou: “É engraçado. São ondas de coisas acontecendo, com pessoas filmando em épocas diferentes. Não é que você não faz os filmes porque não quer. É mais como: ‘Ah, você está fazendo outra coisa.’ E foi ruim, sabe?”

David Frankel já havia revelado que o estúdio por trás do filme não queria Anne Hathaway inicialmente. “Oferecemos o papel para Rachel McAdams três vezes”, disse ele. “O estúdio estava determinado a tê-la, mas ela estava determinada a não fazer.”

No ano passado, surgiram notícias de que a Disney está desenvolvendo uma sequência para o filme de 2006. A roteirista original, Aline Brosh McKenna (Crazy Ex-GirlfriendYour Place or Mine), está em negociações para retornar.

A trama seguiria Miranda Priestly enquanto ela enfrenta o declínio das revistas tradicionais e se vê diante de Emily Blunt, agora uma poderosa executiva de um grupo de luxo cujos dólares de publicidade Priestly precisa desesperadamente.

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Jornalista há mais de 20 anos e fundador do NERDIZMO. Foi editor do GamesBrasil, TechGuru, BABOO e já forneceu conteúdo para os principais portais do Brasil, como o UOL, GLOBO, MSN, TERRA, iG e R7. Também foi repórter das revistas MOVIE, EGW e Nintendo World.

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