SAY_SUPERSTRINGS está mais para uma performance cognitiva do que artística, como descreve o diretor Ouchhh que, em parceria com um trio de músicos clássicos, trouxe ao palco como a música age no cérebro em tempo real.

Enquanto o violoncelista usava um fone de ouvido EEG (eletroencefalograma), sua atividade neural era transmitida em um grande telão durante o festival Ars Eletronica.

As ondas Delta, Theta, Alpha, Beta e Gama foram transformadas em um show de geração de dados que também explora a emoção que a música evoca.  

Performance mostra como a música age no cérebro em tempo real
Performance cognitiva do Das Trio e Outchhh revela como a música age no cérebro

E se a matéria for nada além de notas saindo de uma corda vibrante? A partir desta pergunta o diretor se inspirou na teoria da supercorda, representando as notas existentes no universo enquanto as micro-ondas vibram em tempo real e definem as melodias pelas notas como “Matéria” e as sinfonias de tais melodias como “Universo”.

“Segundo a teoria das supercordas, toda a matéria do mundo é composta de uma coisa: cordas infinitesimais vibrantes. Essas cordas, que vibram com diferentes ressonâncias, trazem à existência tudo no universo conhecido. A matéria consiste em pequenas cordas. Quando essas cordas são puxadas de uma certa maneira – como um violino ou violão -, elas criam uma frequência. Portanto, os tons/notas ocorrem. Nós tomamos consciência da existência das pequenas notas que essas supercordas criam e percebemos que o universo é uma sinfonia, e todas as leis físicas do universo se encaixam nessas supercordas.”, diz a descrição da performance.

Leia também: Por que algumas pessoas sentem arrepios quando ouvem música? | Projeto mostra a complexidade do cérebro humano em imagens

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