Devido ao surto do coronavírus, bibliotecas, escolas e outros estabelecimentos fecharam as portas na China, para evitar aglomerações e o risco de transmissão do vírus. Os museus chineses também foram forçados a parar temporariamente, mas permanecem ativos nas mídias sociais e oferecem seus serviços digitalmente.

Os museus aderiram ferramentas tecnológicas para oferecer online as exposições que estavam agendadas. A iniciativa veio à pedido da Administração Nacional do Patrimônio Cultural da China (NCHA). Aproximadamente 100 exposições e galerias online estão acessíveis online, e com informações em inglês.

O famoso Museu do Palácio de Pequim é um deles, e disponibilizou exposições como “A Viagem de Volta para Casa: Uma Exposição de Artefatos Chineses Repatriados da Itália”, “Como o Festival da Primavera foi Celebrado na Cidade Proibida da China Antiga”, entre outras.

O Memorial do Massacre de Nanquim e O Mausoléu de Qin Shihuang também estão abertos online.

A visita online funciona como as de outras já lançadas por museus ao redor do mundo, como o de Anne Frank e até o Museu Nacional, do Rio de Janeiro, que recriou seu acervo digitalmente após o incêndio em 2018. Com o mouse, o visitante virtual percorre as instalações e descobre informações sobre as obras clicando nos ícones em destaque.

A NCHA também promoveu novos meios de manter os alunos chineses conectados à escola. Segundo um artigo publicado pelo MIT, a China lançou uma plataforma de aprendizado em nuvem e está transmitindo aulas das escolas primárias para garantir que 180 milhões de estudantes continuem aprendendo à distância.

Além de manter os museus ativos, a iniciativa também promove um importante intercâmbio cultural por meio da interconectividade.

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