A família de Ozzy Osbourne revelou um projeto surpreendente que promete trazer o ícone do rock de volta ao público. Mas não da forma tradicional. O cantor deve ganhar uma versão digital alimentada por inteligência artificial, capaz de conversar com fãs e reproduzir sua personalidade.
A novidade foi anunciada durante a Licensing Expo 2026, em Las Vegas, e já está chamando atenção não só pela tecnologia, mas também pelo impacto no futuro do entretenimento.
Como será o “Ozzy digital”
O projeto envolve a criação de um avatar interativo baseado no chamado “DNA digital” do cantor. Esse conceito reúne dados reais como voz, aparência, movimentos e até padrões de comportamento.
Com isso, a versão virtual deverá agir de forma muito próxima ao Ozzy original. Segundo a família, será possível fazer perguntas e receber respostas na própria voz do artista, com respostas que refletem como ele realmente reagiria.
A tecnologia promete ir além de vídeos ou hologramas tradicionais. O avatar será capaz de interagir em tempo real com o público, como uma presença digital ativa.
Parceria com empresas de tecnologia
O projeto está sendo desenvolvido em parceria com a empresa Hyperreal, especializada em “humanos digitais”, e a plataforma Proto Hologram.
A tecnologia utilizada coleta dados a partir de materiais autênticos e aprovados pela família, o que garante maior fidelidade ao artista.
De acordo com os desenvolvedores, não se trata de uma animação simples. A ideia é criar uma “performance viva”, com respostas e interações dinâmicas.
Quando o avatar será lançado
A expectativa é que as primeiras versões do “Ozzy digital” sejam disponibilizadas em telas interativas em tamanho real nos Estados Unidos e no Reino Unido.
Ainda não há muitos detalhes sobre o lançamento global, mas a intenção da família é expandir a experiência para outros países.
A ideia de recriar artistas com inteligência artificial divide opiniões.
Por um lado, o projeto é visto como uma forma de preservar o legado de Ozzy Osbourne para novas gerações.
Por outro, levanta questões sobre limites da tecnologia, autenticidade e até ética no uso de imagem após a morte.
Uma tendência que cresce
Ozzy não é o único caso. Empresas já criaram versões digitais de personalidades como Stan Lee, The Notorious B.I.G. e Lionel Messi.
Isso mostra que o uso de IA no entretenimento está avançando rápido e pode mudar a forma como fãs se conectam com artistas no futuro.
No caso de Ozzy, a promessa é clara. Mesmo após sua morte em 2025, a presença do “Príncipe das Trevas” deve continuar ativa no mundo digital por muito tempo.
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