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Remake de Diablo 2 na Unreal Engine 5 impressiona com câmera em 1ª e 3ª pessoa e batalha épica no Monte Arreat

Um projeto de fã está deixando a comunidade de Diablo 2 em modo nostalgia total. Um desenvolvedor solo, conhecido pelo canal I Make Games, vem reconstruindo o clássico de 2000, Diablo 2 na Unreal Engine 5 e, na atualização mais recente, mostrou algo que muda completamente a experiência. Agora dá para alternar entre primeira e terceira pessoa durante o combate.

O destaque: os Anciões em clima de “boss fight” moderno

O vídeo que viralizou coloca um Bárbaro girando no famoso Whirlwind no topo nevado do Monte Arreat, enquanto enfrenta os Anciões, guardiões icônicos do jogo original. A mudança de câmera dá outra leitura à luta: em primeira pessoa, tudo parece mais claustrofóbico e intenso. Em terceira pessoa, fica mais fácil entender o posicionamento e o movimento do personagem.

Segundo o relato do próprio projeto, a sequência levou cerca de dez dias para ser montada, e parte dos modelos dos chefes foi criada com apoio de IA antes de ser ajustada e animada no engine.

O que esse remake “reimaginado” já tem de mais curioso

O projeto começou como um experimento para imaginar Diablo II como um jogo em primeira pessoa, mas foi ganhando camadas. Além da alternância de câmera, o criador já mostrou sistemas que lembram o original e ao mesmo tempo trazem uma pegada moderna, como HUD, inventário e loot visível no cenário.

Em outros vídeos, ele também demonstrou magias clássicas como Fireball e Teleport, além de mecânicas de movimentação como deslizar e escalar obstáculos, algo que não existe no Diablo II tradicional.

A Unreal Engine 5 virou uma vitrine perfeita para projetos de fãs porque entrega iluminação e escala que combinam com o clima sombrio de Diablo. E, nesse caso, o “gancho” é ainda mais forte: não é só um upgrade visual, é uma mudança de perspectiva que transforma o gameplay em algo quase novo.

Sites especializados também destacaram que o projeto passou a ser tratado mais como “conceito” do que como um jogo pronto para lançamento público, o que costuma acontecer quando se trata de franquias protegidas por direitos autorais.

Vale lembrar: não é remake oficial

Apesar de muita gente chamar de “remake”, o que existe até aqui é um projeto de fã, publicado em forma de devlogs e demonstrações. É uma prova de conceito sobre como Diablo II poderia parecer em um formato mais imersivo, e não um produto oficial da Blizzard.

Ainda assim, o nível de capricho e a rapidez com que surgem novidades explicam por que tanta gente está acompanhando cada atualização como se fosse anúncio de estúdio.

Se a ideia vai continuar crescendo ou ficar só como vitrine técnica, ninguém crava. Mas uma coisa já deu para sentir: ver Diablo II por outro ângulo mexe com a cabeça de qualquer veterano de Sanctuary.

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Jornalista há mais de 20 anos e fundador do NERDIZMO. Foi editor do GamesBrasil, TechGuru, BABOO e já forneceu conteúdo para os principais portais do Brasil, como o UOL, GLOBO, MSN, TERRA, iG e R7. Também foi repórter das revistas MOVIE, EGW e Nintendo World.

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