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Acts of Blood resgata o beat’em up com clima de filmes da Indonésia

Acts of Blood vem chamando atenção por apostar em um tipo de ação que muitos consideravam raro hoje em dia. O jogo é um beat’em up em terceira pessoa focado em combate corpo a corpo rápido, brutal e visceral, com uma apresentação moderna e cinematográfica.

Desenvolvido pelo estúdio indie indonésio Eksil Team, o game se passa na cidade fictícia de Bandapa, inspirada em ambientes urbanos da Indonésia. A história acompanha Hendra, um estudante de direito que parte para a vingança após ver sua família destruída por um esquema ligado a crime organizado e corrupção, quando o sistema legal falha em punir os responsáveis.

O grande destaque está no combate. Acts of Blood aposta em golpes pesados, esquivas, contra-ataques e finalizações violentas, com reações realistas dos inimigos. A fluidez das animações e o impacto visual aproximam o jogo de filmes asiáticos de ação urbana, como os clássicos do cinema indonésio.

Além da pancadaria, o jogador pode usar armas brancas, armas de fogo e até o próprio cenário a seu favor. Ambientes destrutíveis permitem quebrar objetos e improvisar ataques, enquanto elementos de parkour ajudam a manter o ritmo acelerado das lutas e a movimentação constante pelos cenários fechados.

O projeto já teve trailers exibidos em eventos como o Summer Game Fest e atualmente conta com uma demo disponível no Steam, que vem recebendo atualizações frequentes focadas em melhorar o sistema de combate e as animações.

Acts of Blood ainda não tem data final de lançamento, mas está previsto para chegar ao PC em 2026. Para fãs de jogos de ação crua, sem filtros e sem apelo ao humor, o título surge como uma tentativa ousada de trazer o espírito clássico dos beat’em ups para a geração atual, com identidade própria e muita agressividade visual.

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Jornalista há mais de 20 anos e fundador do NERDIZMO. Foi editor do GamesBrasil, TechGuru, BABOO e já forneceu conteúdo para os principais portais do Brasil, como o UOL, GLOBO, MSN, TERRA, iG e R7. Também foi repórter das revistas MOVIE, EGW e Nintendo World.

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