Antes da educação sexual se tornar mais acessível, muitas mulheres da classe trabalhadora na Inglaterra aprenderam sobre sexo, gravidez e contracepção da forma mais dura possível. Cercadas por tabus, desinformação e restrições legais, elas recorriam a conselhos perigosos, métodos clandestinos e soluções improvisadas para evitar gestações não planejadas. Relatos autobiográficos mostram como o silêncio em torno da sexualidade feminina marcou gerações e transformou a falta de informação em medo, trauma e até risco de morte.
Pesquisadores e empresas de neurotecnologia deram um passo impressionante ao criar uma mosca-da-fruta virtual baseada em um cérebro real mapeado em detalhes. O projeto conecta um modelo computacional do sistema nervoso da drosófila a um corpo digital que reage ao ambiente, simulando movimentos e comportamentos de forma integrada. A novidade une avanços recentes no mapeamento cerebral e na simulação física do corpo do inseto, abrindo novas possibilidades para estudos sobre comportamento, inteligência biológica e robótica inspirada na natureza.
Nova espécie de dinossauro encontrada no Maranhão ajuda cientistas a entenderem rotas pré-históricas entre América do Sul, África e Europa.
O cérebro humano consome cerca de 20 watts de energia, valor semelhante ao de um monitor de computador, mas ainda assim realiza tarefas extremamente complexas com eficiência impressionante. Enquanto supercomputadores precisam de quantidades gigantescas de eletricidade para alcançar níveis parecidos de processamento, o cérebro faz isso com gasto mínimo, graças à forma como organiza e processa informações em paralelo. Essa capacidade tem inspirado cientistas a buscar novos modelos de computação mais rápidos, sustentáveis e parecidos com o funcionamento biológico.
O crescimento dos idols virtuais na Coreia do Sul mostra como o metaverso está transformando o K pop. Com avatares, captura de movimento e interação constante com fãs, esses artistas digitais conquistam espaço no mainstream, mas também enfrentam pressões, ataques online e desafios trabalhistas.
O avanço da inteligência artificial nos sistemas militares e a popularização de drones baratos estão mudando rapidamente a forma como guerras são conduzidas. Especialistas alertam que essas tecnologias aumentam a velocidade e o alcance das operações, mas ainda carecem de transparência, supervisão humana adequada e regras internacionais capazes de evitar erros graves e responsabilizar decisões letais.
Durante o SXSW 2026, Rhea Seehorn explicou que Pluribus, nova série de Vince Gilligan para a Apple, não gira apenas em torno de teorias sobre IA ou computação quântica, mas usa a ficção científica para refletir sobre natureza humana, identidade, amor, luto e felicidade. Vince Gilligan também destacou que suas histórias nascem das decisões dos personagens e que a criatividade humana continua no centro do processo narrativo.
O Big Bang, apesar do nome, não foi exatamente uma explosão barulhenta como muita gente imagina. Nada de estrondo cinematográfico,…
A física talvez esteja mais perto de resolver um dos mistérios mais fascinantes do mundo animal: como os gatos conseguem…
A Netflix oficializou a sequência de Huntrix-Guerreiras do K-Pop e, para os fãs, a novidade já vinha sendo tratada quase…
Um novo olhar sobre um papiro médico do Egito Antigo está chamando atenção ao sugerir que médicos de milhares de…